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	<title>Palavra puxa palavra</title>
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		<title>Como o moribundo encara a morte?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 12:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>palavrapuxapalavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Cientifico]]></category>

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		<description><![CDATA[Como os “moribundos” encaram a morte? Falar em morte é falar em controvérsias, pois este assunto reúne inúmeras investigações que têm como objectivo comprovar a teoria que os seus autores defendem. Por estas razões o tema que está em análise suscita dúvidas e levanta questões que podem não ser possíveis de responder. As dúvidas sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=palavrapuxapalavra.wordpress.com&amp;blog=3955565&amp;post=10&amp;subd=palavrapuxapalavra&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Como os “moribundos” encaram a morte?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Falar em morte é falar em controvérsias, pois este assunto reúne inúmeras investigações que têm como objectivo comprovar a teoria que os seus autores defendem. Por estas razões o tema que está em análise suscita dúvidas e levanta questões que podem não ser possíveis de responder.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">As dúvidas sobre o que é de facto a morte não são de hoje, segundo o pensamento de Platão (399 a.C./2001) a morte exclui a duplicidade, isto é, não pode ser um bem para uns e um mal para outros, mas sempre um bem independentemente de qualquer circunstância, assim, a morte não é senão a separação entre o corpo (real) e a alma (metafísica).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span><span> </span><span> </span>Segundo o Professor Doutor Daniel Serrão <em>“Com a morte de cada homem termina um universo cultural específico, mais ou menos rico mas sempre original e irrepetível”, </em>porém a definição de morte em termos técnicos é um ponto de discordância entre a classe médica, pois se para uns sucede aquando da morte cortical, para outros serve de referência a morte cervical, contudo, seja qual for a situação ela não é fácil de encarar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span> </span></em>Vários são os autores que nos apresentam razões para serem os idosos a população mais exposta à meditação sobre a morte.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Roger Fontaine (2000) defende que estes factos decorrem devido a dois factores, primeiramente porque estão conscientes de que o médico a qualquer instante lhes pode diagnosticar uma enfermidade sem cura e depois porque começam a assistir ao falecimento dos que lhe estão próximos (Fontaine, 2000).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span> </span>Segundo Vilhena (2006/2007) a morte é um fenómeno biopsicossociocultural e o contacto com ela consciencializa-nos <em>“do carácter limitativo da </em><em>vida</em>”<span style="font-size:9pt;"> (Vilhena, 2006/2007:75)</span> por esta razão considera ser perceptível o porquê de serem os idosos a pensar mais na morte, recorrendo a expressões como”<em>quem já andou já não tem para andar” </em><span style="font-size:9pt;">(Vilhena, 2006/2007:75). E</span>sta autora fala-nos ainda dos sentidos que os idosos podem atribuir à morte, isto é, a forma como cada idoso a vai encarar pode variar entre dois grandes denominadores o sentido positivo e o negativo. Os idosos que encaram a morte de forma positiva têm-na como <em>Amiga, Mestra, </em>uma ponte para a <em>aventura,</em> ou seja o reencontro com os que já “partiram”, pode ainda ser vista como <em>recompensa</em>. O sentido negativo representa sentimentos pela morte como o <em>fim, nada, castigo, separação</em> (dos entes queridos) ou segundo Vilhena <span style="font-size:10pt;">(2006/2007:75)</span> <em>“uma maneira de obrigar os outros a preocuparem-se comigo”</em> surgindo deste último o suicídio no idoso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Assim sendo, Macedo (2004:10) propõe uma aprendizagem para a morte, pois considera que “<em>a morte como acontecimento da vida passou do domínio familiar para o domínio dos técnicos de saúde”. </em>A «tradição» que outrora vigorava, em que as pessoas passavam os seus últimos instantes rodeados da família e do seu amor no seio do seu lar, nos tempos que correm é pouco comum acontecer, pois actualmente a morte sucede mais frequentemente em ambiente hospitalar e na maioria dos casos sem a presença da família.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Sobre este assunto, Roger Fontaine (2000) fala-nos dos tabus existentes, até à década de 60, em torno do estudo do moribundo, surgindo por isso a tanatologia, disciplina que colmatou essa lacuna da psicologia e foi auxilio de grande valor na “<em>elaboração de programas de formação das equipas de cuidados que fazem o acompanhamento da morte”</em> <span style="font-size:10pt;">(Fontaine, 2000:175)<em>.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Macedo (2004) na sua tese cobre Kluber-Ross e a necessidade de uma educação para a morte, explicita quais os objectivos desta psiquiatra ao efectuar uma investigação junto dos moribundos e das suas famílias e descreve quais os resultados obtidos nessa investigação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Assim, após a realização de uma investigação exaustiva em casos de moribundos e das suas famílias Kluber-Ross identifica cinco fases após o conhecimento de que a vida começa a escassear, sendo elas a negação, a raiva, a negociação, a depressão e a aceitação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">A primeira fase é conhecido como <strong>negação</strong> e caracteriza-se pela “anulação” da informação, trata-se um mecanismo de defesa, em que face a uma morte eminente o indivíduo recusa o acesso à informação recebida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Após este <em>choque inicial</em>, é chegada a fase da cólera ou <strong>raiva</strong>, em que o indivíduo tem sentimentos de revolta questionando-se o porque de ser “o escolhido”, para Kluber-Ross a solução para que esta fase seja ultrapassada, passa pela promoção da tolerância no doente e pelo desenvolvimento da escuta por parte dos que o assistem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Posteriormente chega a fase da <strong>negociação</strong>, nesta fase o indivíduo tenta, como o próprio nome indica, negociar com <em>entidades divinas</em> o prolongamento da sua vida, efectuando para isso promessas. Todas as fases têm implícita uma réstia esperança, esta é a fase essa mesma esperança está mais visível.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span> </span>Quando já não consegue negar a doença, pode ocorrer a fase da <strong>depressão</strong>, contudo existem dois tipos de depressão:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Depressão <strong>reactiva</strong>, se o doente manifestar preocupações com os que anteriormente estavam dependentes de si. Neste caso será essencial transmitir ao doente animo e coragem apontando para resolução do problema, contudo Macedo (2004) chama a atenção para o facto do problema não poder ser resolvido, na integra, por um psicólogo e que Kluber-Ross terá, provavelmente, recorrido a uma assistente social ou qualquer outro profissional da área para dar resposta aos problemas sociais do doente. <em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Depressão <strong>preparatória</strong> ocorre quando o indivíduo se prepara para enfrentar a morte e <em>“para a perda do que mais ama na vida”</em> <span style="font-size:10pt;">(Macedo, 2004: 85)</span>. Este tipo de depressão pode ser imprescindível para chegar à aceitação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18pt;">Todavia a família também pode ter dificuldades em aceitar esta situação em que o doente se encontra, aí compete à equipa que está a seguir a situação auxiliar a família e prepara-la para que possa apoiar o doente nesta jornada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>A <strong>aceitação</strong> é a fase que se segue e para além de ser a ultima é a mais curta, pois decorre pouco antes do término da vida do doente. Esta fase é descrita como o culminar de uma batalha. Segundo Kluber-Ross o doente encontrar-se-á<span> <em><span lang="EN-GB">“tired and, in most cases, quite weak. He will also have a need to doze off or to sleep often in brief intervals […]. This is not a sleep of avoidance or a period of rest to get relief from pain, discomfort, or itching. It is a gradually increasing need to extend the hours of sleep very similar to that of the newborn child but in the reverse order</span></em><span lang="EN-GB">” (</span></span><span style="font-size:10pt;" lang="EN-GB">Kluber-Ross, </span><span style="font-size:10pt;">1969 como citado em Macedo, 2004: 86)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;" lang="EN-GB"><span> </span></span>Embora Kluber-Ross tenha efectuado um trabalho notável, foi alvo de criticas quer no que diz respeito à análise das emoções quer devido às suas investidas na vertente mística que constitui a vida para além da morte (Macedo, 2004).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Fontaine (2000), fala-nos ainda da controvérsia existente entre Kuber-Ross e Pattinson, no que diz respeito à determinação da reacção por parte das pessoas aquando a noticia de que o final da sua vida está próximo.<em> “ Pattinson (1977) prefere um modelo comtrês fases: uma fase de crise aguda, uma fase crónica de sentimentos ambivalentes e uma fase terminal”</em><span style="font-size:10pt;"> (Fontaine, 2000:177). </span>A primeira fase proposta por este autor engloba a primeira e segunda fases propostas por Kluber-Ross, em que é característico o aumento do stress. A segunda fase, ou fase crónica é equivalente às descritas por Kluber-Ross como sendo a fase da negociação e da depressão. Por fim a aceitação, considerada pelos dois autores como a fase final <span style="font-size:10pt;">(Fontaine, 2000).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Vilhena (2006/2007), elucida-nos sobre os sentidos atribuídos pelos idosos à morte, Macedo (2004) parafraseando Kluber-Ross, descreve os processos pelos quais passam os moribundos após a noticia da sua morte, Fontaine (2000) confronta as investigações de Pattinson e Kluber-Ross, contudo nenhum deles nos fala acerca da avaliação da personalidade de cada individuo que entrou nos seus estudos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>A personalidade não seria um indicador pertinente para uma melhor compreensão e avaliação?<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Havighurst, após a realização de diversas pesquisas, sugere que o indivíduo deve concretizar diversas tarefas desenvolvimentais para atingir o êxito <span style="font-size:10pt;">(Witter, 2006)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Este não seria um factor a ter em conta?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>O sentimento de cumprimento ou incumprimento das tarefas desenvolvimentais terá influência na forma como o indivíduo encara a morte?</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span> </span><strong>Considerações finais</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Em conclusão, quanto maior for o sentido atribuído à vida, menor será o medo de morrer <span style="font-size:10pt;">(Vilhena, 2006/2007).</span> No mesmo sentido Gomes <span style="font-size:10pt;">(2006/2007:79)</span> parafraseando Einstein ”<em>diz que o prazer da vida é descobrir os seus mistérios”</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Muitos são os autores que nos falam da necessidade de uma aprendizagem para a morte, entre eles podemos encontrar Macedo (2004) que nos refere a existência desta disciplina como parte do currículo das crianças da pré-escola em escolas americanas. O mesmo expõe Witter (2006) ao relatar a carência de uma educação para o envelhecimento.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span class="a"><strong>Referências Bibliográficas </strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="a"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Fontaine, Roger (2000). <em>Psicologia do Envelhecimento</em>. Lisboa. CLIMEPSI Editora</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Gomes, I.H. (2006/2007 Dezembro -Maio).<em> Pensar a morte, Revista transdisciplinar de Gerontologia</em>. Universidade sénior contemporânea editora</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Macedo, J. (2004). A<em> necessidade de uma educação para a morte</em>. Tese de mestrado <span>não publicada, Universidade do Minho, Braga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Platão, (2001). <em>Fédon. </em><span>Lisboa:</span><em> </em>Editora Lisboa (Obra original de 399 a.C.).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Serrão Daniel (retirado em 12/05/2008 de <a href="http://www.danielserrao.com/">www.danielserrao.com</a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Vilhena, V. (2006/2007 Dezembro -Maio).<em> Pensar a morte, Revista transdisciplinar de Gerontologia</em>. Universidade sénior contemporânea editora</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]-->Witter, Geraldina P (2006 Janeiro -Março). <em>Tarefas de desenvolvimento do adulto e do idoso, Estudos de Psicologia. Campinas</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/palavrapuxapalavra.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=palavrapuxapalavra.wordpress.com&amp;blog=3955565&amp;post=10&amp;subd=palavrapuxapalavra&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 21:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>palavrapuxapalavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo o que faço ou medito fica sempre pela metade, querendo quero o infinito, fazendo, nada é verdade. Fernando Pessoa<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=palavrapuxapalavra.wordpress.com&amp;blog=3955565&amp;post=5&amp;subd=palavrapuxapalavra&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo o que faço ou medito</p>
<p>fica sempre pela metade,</p>
<p>querendo quero o infinito,</p>
<p>fazendo, nada é verdade.</p>
<p style="padding-left:60px;">Fernando Pessoa</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/palavrapuxapalavra.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=palavrapuxapalavra.wordpress.com&amp;blog=3955565&amp;post=5&amp;subd=palavrapuxapalavra&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Olá a todos..</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>palavrapuxapalavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo de opinião]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é para vós&#8230;.</p>
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